“variações infímas podem alterar irreversivelmente o padrão dos acontecimentos” Uma simples mistificação dos economistas americanos, fazendo tábua rasa da distinção entre o Valor de Uso e o Valor de Troca das mercadorias, cientificamente dada a conhecer á Humanidade por Karl Marx em “O Capital” moldou o mundo do pós-guerra tal e qual o conhecemos.

terça-feira, novembro 20, 2012

o Declinio da Europa

Daniel Amaral 

"As previsões de Outono estão feitas e disponibilizadas a todo o mundo pelos principais organismos internacionais: FMI, Eurostat e OCDE. E, à escala interna, juntou-se agora o Boletim Económico do Banco de Portugal. Se quisermos reflectir sobre o tema, poderemos queixar-nos de tudo menos de falta de informação.

Mas é sobretudo a Europa que está sob a mira dos analistas. Daí que também tenha sido sobre ela que procurei reflectir, para o que seleccionei três áreas essenciais: o crescimento, o emprego e a dívida pública 

O corolário de tudo isto é uma dívida que, a não ser reestruturada, pode pôr em causa a sobrevivência do próprio euro. Ponto um: esta dívida não poderia exceder 60% do PIB, mas só 5 dos 17 países respeitam a regra. Ponto dois: a média da zona euro é de 92% do PIB, e à volta deste valor andam a Espanha, a França e a Alemanha. Ponto três: com dívidas superiores a 100% do PIB estão a Irlanda, a Itália, a Grécia e Portugal. Alguém me explica como é que uma austeridade sem regras vai gerir estas situações?

 
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